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Foro privilegiado a um Gilmar do fim

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Só falta Gilmar Mendes. Que pode pedir vistas e interromper a decisão final. Até agora, dez dos onze ministros já votaram. Deles, seis acompanharam a proposta de Luís Roberto Barroso: políticos acusados de crimes cometidos antes do mandato, ou que não tenham a ver com o exercício da função, não têm direito ao foro privilegiado. Vão para a primeira instância. Barroso foi além. O truque do ex-governador mineiro Eduardo Azeredo, que renunciou ao mandato de deputado quando seu processo estava próximo do fim no Supremo, forçando o caso a começar do zero na primeira instância, também deixa de funcionar. Se o processo começar no Supremo, lá terminará. Os outros três votos — Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski —, também diminuem o foro privilegiado. Mas não tanto. Quaisquer crimes cometidos durante o mandato valeriam para o tratamento especial. A proposta de Barroso já é vencedora. Só vale, porém, quando o último ministro votar. Gilmar Mendes, na sessão de hoje, dará sua opinião. Que não afetará o resultado final. Mas pode impedi-la de ser executada.

Fonte: Meo

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